O início da Oficina de Escrita, coordenada por Abel Neves, será na última semana de fevereiro, com dia a ser confirmado muito em breve.
A participação nesta Oficina está sujeita ao pagamento de uma caução no valor de 30€ por cada participante. O reembolso desta caução será efetuado apenas aos participantes que não faltarem a mais de uma sessão desta Oficina.
+info 253 217 167
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Oficina de Leitura e Interpretação
A 2ª edição da Oficina de Leitura e Interpretação será realizada no dia 1 de fevereiro, na Escola Secundária Padre Benjamim Salgado em Joane.
Esta ação tem como orientador Rui Madeira e é dirigida ao público escolar.
A Companhia de Teatro de Braga ditará brevemente nova data para mais uma edição desta Oficina de Leitura e Interpretação para ser realizada, no Theatro Circo, com o público que efetuou inscrição no site da CTB.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Oficina de Leitura e Interpretação adiada para Fevereiro
A Companhia de Teatro de Braga adia, para Fevereiro, o início da 2ª edição da Oficina de Leitura e Interpretação que teria início no dia 21 de Janeiro.
Mantém-se abertas as inscrições para esta Oficina, que terá lugar no Theatro Circo e será coordenada por Ana Bustorff, Jaime Monsanto e Rui Madeira. Trata-se de uma ação dirigida ao público escolar que pretende melhorar a capacidade de leitura e de interpretação do texto, bem como as capacidades de comunicação a partir da verbalização da palavra.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
BragaCult nas "Jornadas Europeias do Património"
“Coéforas” de Ésquilo nas "Jornadas Europeias do Património"
Comunidade de Leitura Dramática - Projecto BragaCult
29 de Setembro, 21h30
Fonte do Ídolo, Braga
Entrada livre
Espaço arqueológico de Braga serve uma vez mais de palco para a leitura de um texto da Cultura Clássica Grega pela voz do BragaCult. Inserida nas “Jornadas Europeias do Património”, a Fonte do Ídolo vai acolher a leitura pública de “Coéforas”, a segunda parte da trilogia “Oresteia” de Ésquilo, no dia 29 de Setembro, às 21h30. O evento, com a coordenação nacional da Direcção-Geral do Património Cultural, resulta de uma parceria entre a CTB - Companhia de Teatro de Braga e o Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga, e está a cargo da Comunidade de Leitura Dramática, acção dinamizada no âmbito do BragaCult, projecto pelo qual a CTB é responsável. A actividade gratuita e dirigida ao público em geral contará também com a presença do elenco do “Projecto Oresteia”, a mais recente produção da CTB que, após a apresentação de “Oresteia 1 – Agamémnon” em Braga e em São Paulo, no Brasil, prossegue em Outubro, no Theatro Circo, com a estreia de “Oresteia 2 - Coéforas”.
As jornadas com o tema “O Futuro da Memória” realizam-se em Portugal de 28 a 30 de Setembro e pretendem promover a aproximação do público ao património cultural, no seu sentido mais amplo, realçando a sua importância enquanto memória e documento da história e do desenvolvimento das sociedades e também o seu papel para a construção do futuro.
terça-feira, 17 de julho de 2012
CTB apresenta tragédia grega com vinte e cinco séculos
de Ésquilo
Theatro Circo
A CTB - Companhia de Teatro de Braga leva à cena obra-prima da literatura grega antiga, representada em 458 a. C.. Oresteia 1– Agamémnon, a primeira parte da trilogia de Ésquilo, com encenação e dramaturgia de Rui Madeira, estreia dia 26 de Julho, às 21h30, no Theatro Circo.
Coéforas e Euménidessão as outras peças que compõe a Oresteia, uma das mais lancinantes tragédias da Grécia Antiga, e que a CTB irá apresentar de forma faseada e numa leitura que se pretende política, tendo em conta os acontecimentos em que a Europa tem estado envolvida, sobretudo, a partir da II Guerra Mundial.
Desenvolvido em parceria com o BragaCult [projecto da responsabilidade da CTB no âmbito das parcerias para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga e Regeneração Urbana do Rio Este, co-financiado pelo“ON.2 – O NOVO NORTE”, QREN através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)], o espectáculo integra o trabalho realizado, ao longo de vários meses, por mais de 70 pessoas que, em contexto de formação, participaram em diversas Oficinas: Máscaras, Leitura e Interpretação, Leituras Encenadas I e II, Figurinos, Cenografia e Comunidade de Leitura Dramática (através de um Ciclo de Leituras de textos clássicos gregos). Os participantes/actores dos vários Coros da trilogia, as máscaras utilizadas no espectáculo, os adereços e outros elementos dos figurinos são o resultado efectivo do trabalho realizado por um grupo alargado de formadores como: António Jorge, Rui Madeira, Ana Bustorff, Samuel Hof, Jaime Monsanto, Sílvia Alves, Nuno Campos Monteiro, André Laires, entre outros.
Oresteia 1 – Agamémnon (M/12) estará em cena até 4 de Agosto, às 21h30, no Theatro Circo, numa co-produção com Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude; Acto 5 - projecto nacional de criação e programação em rede -; Circuito de Teatro Português de São Paulo; Dragão 7 – Instituto de Artes, Intercâmbio e Cidadania de São Paulo (Brasil) e o apoio da Cena Lusófona.
Sinopse:
Há dez anos em guerra, o coro dos anciãos manifesta em frente ao palácio o descontentamento e ansiedade que grassa em Argos. Qualquer desfecho em Tróia não trará bons augúrios. Ares não está no seu posto e a cidade está mal governada, nas mãos de corruptos e malfeitores, como afirma o Vigia no seu testemunho de sofrimento.
1. Agamémnon
Anunciada a vitória, Agamémnon volta a casa com a escrava preferida, Cassandra. Recebe-o o coro em silêncio e redobrada angustia e é Clitemnestra, a adúltera, que, tecendo a teia, faz os elogios públicos, levando-o a entrar no palácio sobre um tapete de púrpura, digno dos deuses. Cassandra, a cativa, a ex-amante de Apolo recusa entrar e, possuída pela maldição do deus, anuncia à Cidade o cheiro a sangue que aquelas paredes exalam, fruto dos antigos e futuros crimes ali perpetrados. Aumenta o temor, os rumores adensam-se. Espera-se em Zeus, e um desejo de morte colectiva surge como solução apaziguadora da angústia. Cassandra discute com o coro e entra decidida no palácio, para que a sua morte sirva como testemunho para memória futura. Ouvem-se os gritos lancinantes de Agamémnon a ser barbaramente assassinado pela esposa que exibe os cadáveres na varanda do palácio. Cumpriu o seu desígnio. Vingou e está no seu posto. E com Egisto, o estrangeiro, urdidor da trama, fruem a luz amável do dia portador da justiça! O Coro desorientado com tamanha desgraça manifesta o desejo de vingança e a esperança em Orestes o filho de Agamémnon, exilado.
Autor: Ésquilo | Tradução: Doutor Manuel de Oliveira Pulquério | Encenação e Dramaturgia: Rui Madeira | Assistente de Encenação: Nuno Campos Monteiro | Apoio Dramatúrgico: Doutora Ana Lúcia Curado | Actores: Ana Bustorff, André Laires, António Jorge, Carlos Feio, Eduardo Chagas, Frederico Bustorff Madeira, Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá | Coros: Amália Oliveira, Ana Cristina Oliveira, André Antunes, André Pacheco, Cristiano Lima, Deolinda Mendes, Helena Guimarães, Hugo Silva, Humberto Silva, João Chelo, Joaquim Carvalho, Jorge Bentes Paulo, José Augusto Ribeiro, José Domingos Marinho, Maria do Céu Costa, Maria Elisa Fernandes, Maria Julita Capelo, Manuela Artilheiro, Samuel Gomes, Susana Silva, Tatiana Mendes, Teodorico Enes | Cenografia e Figurinos: Samuel Hof | Desenho de Luz: Fred Rompante |
Criação Vídeo: Frederico Bustorff Madeira | Criação Sonora: Luís Lopes | Design Gráfico: Carlos Sampaio | Fotografia: Paulo Nogueira
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